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Inscrições

Aqui você poderá realizar a sua inscrição como participante, bem como, apresentar proposta de resumo para comunicação.

Prazos:
Para Comunicações: o prazo está encerrado.
Como participante: o prazo está encerrado.

Valores:
Professores e Alunos R$ 30,00
Professores e Alunos com envio de comunicação R$ 30,00 (Pós Graduação: mestrado no mínimo)
Público em geral R$ 60,00

Comunicações

Considerado o tema central do Simpósio: Maria: Escritura, Teologia e Religiosidade, serão desenvolvidos três eixos temáticos:
1. Maria e a Bíblia
2. Maria e a Teologia
3. Maria e a Religiosidade (Pastoral e Culto)

 

 


 

Comunicações

Considerado o tema central do Simpósio: Maria: Escritura, Teologia e Religiosidade, serão desenvolvidos três eixos temáticos:

1. Maria e a Bíblia
Se há uma coisa que o Novo Testamento concorda (Sinóticos, Atos, João e Paulo), é que Jesus nasceu de uma mulher. Segundo Mateus e Lucas, Jesus nasceu de Maria, em Belém e sua infância foi em Nazaré (Mt 1-2 e Lc 1-2). Apesar de todo o uso do gênero literário midráxico presente em Mateus e Lucas, por exemplo, impressiona-nos a opção lucana de que, ao escrever o seu evangelho “após fazer acurada investigação” (Lc 1,1-4), em seguida, já comece a falar a escolha divina e da aceitação humana de Maria para ser a Mãe do Salvador, Jesus Cristo, sendo apresentada como a “cheia de graça” e a que está presente nas etapas da vida de Cristo e da Igreja nascente. Colaborar com reflexões bíblicas acerca da figura de Maria nas Escrituras Sagradas pode nos ajudar a caminhar com passos mais seguros diante do diálogo que tem crescido entre os cristãos hoje.

2. Maria e a Teologia
Se as fontes bíblicas já mencionam a figura de Maria, as fontes extrabíblicas a mencionam ainda mais. Em algumas fontes Maria chega a ser a figura proeminente, como no “Proto-Evangelho de Tiago” (séc. II) e no “Trânsito da bem-aventurada virgem Maria” (séc. IV), sem contar que já no séc. II a referência à Maria entra no Credo (Símbolo de Fé). Desde a Patrística (Oriental e Ocidental) a teologia tem procurado refletir e ajudar a Igreja a melhor entender a figura de Maria a partir das Sagradas Escrituras e da Tradição, fontes para a sua reflexão e profissão de fé. Refletir e colaborar no encontro da figura histórica de Maria e da Cristologia, e de todas as áreas da Teologia, por exemplo, é entrar na esteira do Mistério do amor de Deus que quis vir ao mundo por meio de “Maria de Nazaré” e entrar na grande corrente do mistério da encarnação do Filho de Deus por meio de uma mulher.

3. Maria e a Religiosidade (Pastoral e Culto)
Por trás de todas as fontes literárias, bíblicas e extrabíblicas, existem núcleos históricos e todos os núcleos que foram se formando ao redor da figura de Maria, a Mãe do Cristo. Muitas tradições foram sendo vivenciadas e transmitidas, como: a Dormitio Mariae, a Mater Dolorasa, a Mater Advocata, a Theotókos etc. E toda a iconografia oriental bizantina ao redor da figura de Maria, bem como muitos Santuários e Basílicas dedicados à Mãe de Deus, muitos lugares de peregrinação e romarias, sempre atraídos pela figura de Maria, como é o caso de nosso Santuário Nacional de Aparecida (SP), sempre contaram com peregrinações ininterruptas ao longo dos anos de cristianismo. Vale a pena recordar que entre os Lecionários de leitura bíblicas para o culto a Igreja sempre teve um dedicado às festas marianas, em honra à Mãe de Deus, mostrando o zelo e o carinho entre fé e liturgia, culto e religiosidade.

 


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